Padre Dublado

BrunoG | Categoria: Filmes.

Filme
Nome Original: Priest
Traduzido: Padre
Direção: Scott Stewart
Roteiro: Scott Stewart
Gênero: Ação/Suspense/Ficção Cientifica
Lançamento: 2011
Exibido no Brasil: 2010
Classificação:
Nota: 5,7
País de Origem: EUA
Orçamento: –

Sinopse: Há séculos humanos e vampiros estão em guerra, o que fez com que o planeta fosse devastado. Padre (Paul Bettany) é um guerreiro lendário que participou da guerra com os vampiros. Hoje ele vive na obscuridade, numa das cidades controladas pela igreja. Ele volta à ativa quando Lucy Pace (Lily Collins) é sequestrada por um grupo de vampiros liderados por Black Hat (Karl Urban). Ao lado do xerife Hicks (Cam Gigandet) e de Priestess (Maggie Q), uma integrante da legião de matadores de vampiros, Padre parte para resgatá-la.

Trailer do Filme:

Dados do Arquivo
Idioma: Português e Inglês
Duração: 1h 42min
Qualidade: BDrip
Qualidade de Audio: 10
Qualidade de Vídeo: 10
Formato: Avi
Codec de Video: Xvid
Codec de Audio: mp3
Tamanho: 797 MB
Legenda PT-BR

Elenco

AVI / S/L
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Crítica:
Não se surpreenda caso ao iniciar a exibição de Padre (Priest, 2011), uma sensação de familiaridade, de déjà vu, lhe tome a mente. Não é mera coincidência. O caso é que os responsáveis por esta obra costuraram as fórmulas narrativas mais básicas (no significado mais pejorativo desta palavra) para dar vida a uma trama de “super-heróis”. Isso mesmo, este é um filme de “super-heróis”, onde o aparente contexto religioso, sugerido não apenas pelo título, é apenas o ensejo utilizado para que as criaturas noturnas tenham nos sacerdotes inimigos à sua altura.
Desse modo, a instituição religiosa funciona somente como um palco para que a ação possa acontecer, uma vez que os padres são os guerreiros incumbidos de protegê-la de ataques inimigos. A igreja acaba sendo então representada através de personagens pobres e pedantes, que pouco fazem a não ser pronunciar discursos superficiais a respeito dos votos da obediência e da submissão. Os conflitos maniqueístas revelam de imediato a fragilidade do texto, e em nenhum momento sequer essa fraqueza é contornada, nem ao menos pela ação proposta por recursos técnicos fáceis e batalhas sem emoção. Aliás, este é um elemento do qual o filme é completamente desnutrido: a emoção. Uma vez que há certo apelo sobre relações familiares e as tentativas de despertar a empatia do espectador soam totalmente inválidas.
Paul Bettany, que já havia emprestado seu semblante fantasmagórico ao sacerdote Silas em O Código da Vinci (The Da Vinci Code, 2006), retorna ao mesmo ofício como o protagonista deste longa; no entanto, distante de seu fanatismo lunático na adaptação de Ron Howard, aqui ele é um personagem absolutamente oco, de motivações sempre evidentes desde o início da projeção. O roteiro (e a interpretação de Bettany) o desenha sempre como o clichê maior de um guerreiro soturno (basta visualizar seus trejeitos e expressões), um herói misterioso que dará o primeiro passo rumo à destruição dos vampiros, do mesmo modo que desmascarará a omissão da igreja a respeito da existência dos seres noturnos.

Cenas do Filme:
Cena 1

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